domingo, 14 de fevereiro de 2010
Que se feche...
A vida é feita das surpresas mais inusitadas, é construída a cima de sonhos irreais, e se mantém sobre os escombros daqueles sentimentos que já foram fortes, mas que não souberam sobreviver às circunstâncias.
No momento o que nos mantêm de pé é o desejo de recomeçar e nessa empreitada escolher dias melhores e escrever fatos que tragam mais prazer do que sofrimento. O mundo parou diante de tudo aquilo que acreditei e que achei certo. As minhas escolhas tomaram o real destino que a elas era cabível.
Não há esperança quando anoitece e a dor aumenta ao invés de amenizar e a cada segundo nessa situação mais certeza tenho de que negar os fatos e só adiar as lagrimas, e guardar o sofrimento para mais tarde. Pena que cheguei a pensar que “o mais tarde” seria daqui algum tempo.
E é assim que se encerra esta nova fase com determinação e esperança de dias melhores.
Afinal, amor não morre de repente, morre de sede, já fazia algum tempo que eu clamava por água.







1 comentários:
Dói ver um amor morrer. A boa notícia é que, daqui a pouco, aparece uma mudinha.
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